Parquinho
De Abaete
NÃO ESQUEÇAM DE SE CADASTRAR E DE FAZER O LOGIN/ENTRAR ANTES DE MEXER NA PÁGINA (MG) (Marcio Goldman 12:10, 2 Abril 2006 (UTC))
é isso aí - eu mesmo por exemplo tinha esquecido...--EVC 19:03, 25 Março 2006 (UTC)
Como membro de fora (perdoem-me a obscenidade)do NUTI e estudante novata da antropologia, faço minha entrada neste espaço virtual, querendo saber se interessa a vocês conhecer e contribuir (com artigos, opiniões, sugestões, etc) com a página "indígena" da UFMG: confiram em [1]
Auguries of Innocence - William Blake
To see a world in a grain of sand,
And a heaven in a wild flower,
Hold infinity in the palm of your hand,
And eternity in an hour.
(...)
esqueci a senha da minha conta 'j' entao rebatizei-me, ora, jaranha.
rabisquei essa areia toda e seguido apaguei. ainda aí?
o que ainda aí? as linhas de WB?
¡que fifa Lévi-Strauss!
uau
E, para os mais materialistas, o
Desencapetamento Intelectual Total
Se você é vítima de sociologia, habitus, compulsões críticas incuráveis,
reflexividade, distinção, miséria do mundo, dessencialização;
é infeliz no trabalho de campo, cisma que foi vítima dos trabalhos feitos
por Deleuze, Strathern, Latour e nada dá certo.
Venha receber a simetrização violenta e seja liberto de toda opressão intelectual.
Sexta-Feira 14:00 h
- ULTIMA HORA: Parece que já tem fila dando a volta na Ilha de Caras, de gente ávida de receber simetrização...
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[editar] Subtítulo: sobre a afinidade amazônica
Simmel (1950: 155) dizia que um terceiro membro introduzido na “Díade” serve ao mesmo tempo para unir e separar os parceiros da mesma. No caso amazônico, eu diria que o terceiro membro, o termo de ligação, une porque separa os termos da ‘díade’ afim, e separa porque cria a díade. Marilyn Strathern, comentando os significados ambivalentes da noção de relação, observa:
- seja qual for a relação entre dois termos, ela tanto os divide quanto os liga, fá-los disjuntos assim como conexos. De fato, o termo ‘relação’ serve a ambos os fins: pode-se usá-lo seja como compreendendo disjunção e conexão ao mesmo tempo, seja como sinônimo, exclusivamente, de conexão (Strathern 1995b: 165).
O segundo sentido, o de conjunção assimilante ou síntese conjuntiva, é obviamente o que subjaz à metáfora ocidental da fraternidade; o primeiro, o de separação vinculante ou síntese disjuntiva, que a autora estima ser o mais apropriado no contexto melanésio, parece-me igualmente adequado ao esquematismo amazônico da afinidade. Com efeito, essa imagem da relação como disjunção-conexão encontra-se formulada, em termos muito próximos aos de Strathern, na interpretação proposta por Roberto DaMatta (1982: 47) do conceito de ‘respeito-vergonha’ dos Jê setentrionais, o piâm ou pahàm, cujo contexto focal de manifestação é a afinidade, mas que define igualmente a qualidade geral do vínculo de parentesco.
- Nota A diferença é múltipla, na metáfora amazônica. Ao distinguir mais que identificar os parceiros afins, o termo de ligação não funciona como um pólo univalente, mas como ‘relator’ ambivalente e internamente dividido, isto é, diferente de si mesmo, pois oferece uma face distinta (germano/cônjuge) a cada uma das partes. Além disso, o termo relacionante deve ser diferente dos termos relacionados: ele deve ser de sexo oposto. A afinidade amazônica, no sentido estrito, é uma relação ‘mesmo-sexo’, justamente porque o gênero é uma dimensão irredutível neste modelo da Relação. (No universo ‘classificatório’ do parentesco amazônico, em particular em sua versão dravidiano-prescritiva, não existem afins de sexo oposto na mesma geração: a esposa do irmão de um homem, ou a irmã de sua própria esposa, são suas ‘esposas’, não suas ‘cunhadas’, e vice-versa.) As relações de afinidade entre pessoas de mesmo sexo requerem, para sua definição, relações de consanguinidade entre pessoas de sexo oposto: a divisão entre irmão e irmã na geração superior, que gerou os cônjuges (primos cruzados) na geração de referência; e a divisão entre irmão e irmã na geração de referência, que permite e impõe a troca matrimonial entre primos cruzados. Nesta forma da Relação, os dois sexos não são equivalentes, e sua diferença jamais pode ser neutralizada, porque eles não estão relacionados como termo a termo, mas como termo a relação (Viveiros de Castro 1990: 27). Para cada sexo tomado como termo, o sexo oposto é imediatamente apreendido como relator, isto é, como relação a um outro termo (de mesmo sexo que o primeiro). É isso que se exprime frequentemente nas terminologias de parentesco, sob o nome de ‘princípio de cruzamento’.
[editar] textando: --anônimo 16:26, 11 Abril 2006 (UTC)
Não há mais novatos? Só nosso lacônico Anônimo? Tão poucos visitantes ao parquinho? Todo mundo já sabendo usar e abusar do wiki? Tudo fera? Ótimo...
Teste
Sou novatíssima, isso aqui é um teste para evitar mais uma bobagem no wiki Amazone
Novo Teste Vejamos como se coloca título e assinatura.--AC 20:44, 22 Abril 2006 (UTC)
Mais Um
[editar] Texto de cabeçalho
Título separado do restante. --AC 20:47, 22 Abril 2006 (UTC)
Sorry
Ainda não consegui.--AC 20:50, 22 Abril 2006 (UTC)
çsadmçsdlm
lkdjjdjjjjj --Tadeu71 21h23min de 12 de Dezembro de 2008 (UTC)--Tadeu71 21h23min de 12 de Dezembro de 2008 (UTC) ora mais! == Texto de cabeçalho == sic cis




